Ecovila São José consolida planejamento participativo e define novas estratégias de gestão

Ecovila São José consolida planejamento participativo e define novas estratégias de gestão

Processo colaborativo, iniciado em 2023, entra em nova fase com estruturação de comissões permanentes e enfrentamento de desafios prioritários

O planejamento participativo na Ecovila São José, iniciado em 2023, encerra seu primeiro ciclo na assembleia neste sábado (29/03/2025). O objetivo é revisar o trabalho até aqui e ajustar o planejamento para execução ao longo de 2025 e nos três primeiros meses de 2026. Por este motivo é de fundamental importância a participação de toda a comunidade.

Eixos Prioritários do Planejamento

O plano está estruturado em 12 eixos de atuação, alguns já com metas de curto, médio e longo prazos, sendo definidos como eixos e resultados (R) prioritários:

1. Governança: tem como resultados específicos
R.1. Adequação do estatuto;
R.2. Gestão participativa;
R.3. Adequação do Regimento Interno;
R.4. Termos de parceria.

2. Fluxo financeiro: tem como resultados específicos
R.5. Orçamento da gestão elaborado e aprovado;
R.6. Estruturação dos mecanismos de entradas financeiras;
R.7. Implementação de uma economia fraterna na Ecovila ( médio prazo 2029)

3. Questões ambientais: tem como resultados específicos
R.8. Sistema de Abastecimento de Água na ecovila (SAA)
R.9. Segurança alimentar

4. Estradas e caminhos: tem como resultados específicos
R.10. Manutenção e melhoria nos acessos principais, estradas e caminhos
R.11. Construção da ponte para passagem de veículo agrícola

5. Títulos – posse, limites
R.12. Adequação jurídica e administrativa em relação aos títulos de Cessão de Direito de Uso
R.13. Adequação jurídica e administrativa em relação as normas internas na Ecovila

6. Manutenção dos prédios e estruturas coletivas: tem como resultado específico
R.14. Cozinha, refeitório e banheiro comunitário

Estas conclusões são resultado de debates e muito trabalho. A proposta do planejamento participativo foi aprovada em uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) em quatro (4) de junho de 2023. Entre as Duas propostas levantadas para  conduzir o planejamento, foi escolhida a consultora Mariana Antônio , profissional que também realizou um trabalho semelhante na Associação de Moradores da Vila Céu do Mapiá no início dos anos 2000.

Após as tratativas para formalizar o contrato, o trabalho iniciou em maio de 2024. Um grupo mobilizador de associados realizou vários encontros por Regiões da comunidade, refinando as propostas e levantando os principais pontos críticos. Esse diagnóstico foi compilado pela consultora e consolidado em dois encontros gerais de definição de prioridades. Destes encontros resultaram a definição dos 12 eixos de atuação e um mapa com possibilidade de atuação em diversas frentes de trabalho – todas alinhadas com o sonho coletivo.

O resultado da consultoria foi uma proposta abrangente aprovada por unanimidade na Assembleia Geral Extraordinária de novembro de 2024. Nesta assembleia, foram definidas prioridades do Planejamento Participativo para o período de três anos do conselho administrativo eleito em 2024, nos seis eixos apresentados anteriormente. O lema do planejamento foi:

“Salutar só é quando no espelho da alma humana se forma a comunidade inteira, e na comunidade vive a força da alma individual. Eis o princípio da ética social.“
Rudolf Steiner

Em fevereiro de 2025 houve um primeiro encontro para tratar da estruturação das Comissões de Infraestrutura e Meio Ambiente, Comunitária e Espiritual. Em seu primeiro encontro conjunto, participaram integrantes das antigas Comissões de Meio Ambiente, Educomunicação e do Grupo de Trabalho de Topografia e Regularização Fundiária. Na pauta, a definição de estratégias para enfrentar os principais desafios identificados no processo participativo e levantamento de algumas atividades em andamento. Esse processo deve seguir a partir do detalhamento de uma nova estrutura de governança, que deve constar no Regimento Interno da Ecovila.

Coube ao conselho eleito em Abril de 2024 a tarefa de colocar o planejamento em andamento, considerando o período de seu mandato – de 2024 a 2027. O novo Conselho Administrativo assumiu de fato suas funções a partir de junho de 2024, e agora, em março de 2025, pode apresentar um retorno sobre esse período de trabalho.

O caminho coletivo

O trabalho, coordenado pela consultora Mariana Antonio com apoio de um grupo facilitador de moradores, mapeou sonhos, desafios e potencialidades de cada área da Ecovila. “Foram meses de escuta ativa, onde cada voz foi importante para construir uma visão coletiva de futuro”, explica ela.

A Assembléia (AGO) deste sábado é essencial para garantir que o planejamento siga alinhado com a visão coletiva da Ecovila, integrando aspectos socioambientais, comunitários e espirituais. É um momento de reafirmar esse compromisso e de fortalecer a participação de todos na condução das prioridades coletivas.

Confira outras matérias relacionadas:

 

Conselho em defesa da Mulher

Conselho em defesa da Mulher

Primeiro Encontro Presencial do Conselho em Defesa da Mulher na Ecovila São José

No dia 6 de dezembro, o Conselho em Defesa da Mulher (CODEM) realizou seu primeiro encontro presencial na Ecovila São José. O evento proporcionou um espaço de reflexão, união e fortalecimento em torno do tema “Prevenção e Enfrentamento à Violência Contra a Mulher”, fundamentado no documento elaborado pelo GT Mulheres da ICEFLU.

Grupo de mulheres Ecovila

O encontro iniciou com a apresentação da identidade do Conselho em Defesa da Mulher. Em seguida, foram destacados os principais pontos da cartilha “Subsídios para a Construção das Recomendações da ICEFLU para a Prevenção e Enfrentamento à Violência Contra a Mulher”, que guiou as discussões e reflexões do grupo.

O encontro trouxe a contextualização das principais legislações relacionadas à proteção das mulheres no Brasil. Foi apresentado o histórico da Lei Maria da Penha, destacando o caso de Maria da Penha Maia Fernandes e como sua luta inspirou uma das legislações mais relevantes no enfrentamento à violência contra a mulher. Também foram abordadas as atualizações na Lei do Feminicídio, ressaltando os avanços na identificação e combate aos crimes de gênero.

Altar do encontro

As participantes também discutiram os diferentes tipos de violência contra a mulher, incluindo violência física, psicológica, sexual, moral, simbólica, patrimonial e institucional, criando um espaço de conscientização e sensibilização sobre a realidade enfrentada por muitas mulheres.

Além de promover uma rica troca de conhecimentos e reflexões, o encontro foi marcado por momentos de integração. O Conselho aproveitou a ocasião para acolher novas integrantes, fortalecendo o coletivo e ampliando sua rede de apoio.

A iniciativa busca construir espaços educativos para promover uma mudança cultural que vise à erradicação de todas as formas de violência no ambiente social e religioso, incentivando a desconstrução de preconceitos e o desenvolvimento de caminhos para enfrentar a intolerância, com base no respeito à diversidade

Idealizadoras do Conselho em Defesa da Mulher: Aurora de Lima, Carla Duarte Alves, Clayre da Silva Montes, Ivana Duarte Alves, Jacline de Santana Lins, Jéssica Bussioli Ribeiro, Mara Rosane Coelho Teixeira, Neura Neckel, Simone Sartori, Vitória de Lima

Texto: Aurora Lima

Fotos: cedidos pelos participantes

 

Roda de Canto Medicina

Roda de Canto Medicina

Roda de Canto Medicina com Cida Airam – Florianópolis

Projeto: Des-silenciamento das Vozes

Dia 03/11 novembro
Horário: 14:00h
Local: Ecovila São José
PLUS CODE: GH75+8J Vargem Grande, Florianópolis – SC

Contribuição R$128,00

Cantar em roda é uma forma de ativar as inteligências do corpo para liberar tensões e alcançar o estado de presença sem os diálogos internos que nos provoca Caos e Vazio.

O corpo que canta traz a consciência respiratória e expressa os desejos da alma que necessita de conexão emocional e espiritual através das melodias entoadas.

A medicina do canto para si e para o outro começa com a consciência de habitar o corpo que canta em estado de profunda conexão consigo mesma.

Práticas:

•⁠  ⁠Limpeza de chakra laríngeo
•⁠  ⁠Consciência Respiratória costo-diafragmática
•⁠  ⁠Vocalise e exercícios de articulação
•⁠  ⁠Meditação da Baleia e da Sereia
•⁠  ⁠Meditação de Cura em Aramaico
•⁠  ⁠Canções Medicina com tambor e Maracá

INSCRIÇÕES COM CIDA
+55 41 9 9637 9173

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VIA WHATSAPP: CLIQUE AQUI

Parceria entre a Ecovila São José e o Instituto Fauna Brasil

Parceria entre a Ecovila São José e o Instituto Fauna Brasil

Parceria entre a Ecovila São José e o Instituto Fauna Brasil Promove Monitoramento de Bugios-Ruivos na Região

A Ecovila São José tem o prazer de anunciar uma nova parceria com o Instituto Fauna Brasil no âmbito do projeto de reintrodução do bugio-ruivo na Ilha de Santa Catarina. Após 260 anos de extinção local, o bugio-ruivo (Alouatta guariba clamitans) voltou a habitar a região graças aos esforços de conservação. O projeto, que realiza a soltura dos animais no Parque Estadual do Rio Vermelho e no Monumento Natural Municipal da Lagoa do Peri, visa proteger essa espécie ameaçada e restaurar seu papel ecológico no equilíbrio ambiental.

Como parte das ações de monitoramento do projeto, o Instituto Fauna Brasil está utilizando drones equipados com câmeras termais para identificar os movimentos e as áreas de ocupação dos bugios. Este monitoramento, essencial para o sucesso do projeto, também será realizado nas áreas da Ecovila São José, uma vez que nossa localização próxima à REVIS Meiembipe representa um importante habitat para esses primatas.

Operação com Drones e Garantia de Privacidade

Os voos dos drones têm duração de cerca de 30 minutos e são realizados no período da manhã, respeitando os horários de atividade dos animais. Para garantir a tranquilidade dos moradores, os voos são operados a partir do estacionamento da Ecovila, e o foco será exclusivamente nas áreas verdes, sem comprometer a privacidade das residências. Mesmo que o drone passe por áreas residenciais, sua câmera permanecerá direcionada aos habitats dos bugios, seguindo rigorosos protocolos de ética e confidencialidade.

A importância do Bugio-Ruivo

O bugio-ruivo desempenha um papel vital no ecossistema, atuando como dispersor de sementes e contribuindo para a regeneração das florestas. O projeto de reintrodução liderado pelo Instituto Fauna Brasil não só protege essa espécie, mas também ajuda a preservar a biodiversidade local, o que é uma prioridade para a Ecovila São José. Além disso, o monitoramento permite um melhor entendimento dos padrões de distribuição dos bugios, ajudando na gestão de conservação da fauna.

Como você pode ajudar?

Caso aviste um bugio-ruivo nas áreas da Ecovila, siga as orientações do Instituto Fauna Brasil: mantenha uma distância de pelo menos 10 metros, aprecie de forma discreta e, se possível, registre o avistamento com fotos ou vídeos. Esses registros podem ser enviados para o e-mail contato@institutofaunabrasil.org.br ou através das redes sociais do projeto (@silvestres.sc).

Essa parceria reforça o compromisso da Ecovila São José com a conservação ambiental e a promoção de práticas sustentáveis. Agradecemos a todos os associados e moradores pelo apoio a este projeto tão importante para a biodiversidade da nossa região.

Sugestão de leitura: Para saber mais sobre a importância do projeto de reintrodução do bugio-ruivo e suas etapas, confira o folder completo do Instituto Fauna Brasil, disponível no link anexo a esta matéria.

Parceria entre a Ecovila São José e o Instituto Fauna Brasil Promove Monitoramento de Bugios-Ruivos na Região

A Ecovila São José tem o prazer de anunciar uma nova parceria com o Instituto Fauna Brasil no âmbito do projeto de reintrodução do bugio-ruivo na Ilha de Santa Catarina. Após 260 anos de extinção local, o bugio-ruivo (Alouatta guariba clamitans) voltou a habitar a região graças aos esforços de conservação. O projeto, que realiza a soltura dos animais no Parque Estadual do Rio Vermelho e no Monumento Natural Municipal da Lagoa do Peri, visa proteger essa espécie ameaçada e restaurar seu papel ecológico no equilíbrio ambiental.

Como parte das ações de monitoramento do projeto, o Instituto Fauna Brasil está utilizando drones equipados com câmeras termais para identificar os movimentos e as áreas de ocupação dos bugios. Este monitoramento, essencial para o sucesso do projeto, também será realizado nas áreas da Ecovila São José, uma vez que nossa localização próxima à REVIS Meiembipe representa um importante habitat para esses primatas.

Operação com Drones e Garantia de Privacidade

Os voos dos drones têm duração de cerca de 30 minutos e são realizados no período da manhã, respeitando os horários de atividade dos animais. Para garantir a tranquilidade dos moradores, os voos são operados a partir do estacionamento da Ecovila, e o foco será exclusivamente nas áreas verdes, sem comprometer a privacidade das residências. Mesmo que o drone passe por áreas residenciais, sua câmera permanecerá direcionada aos habitats dos bugios, seguindo rigorosos protocolos de ética e confidencialidade.

A importância do Bugio-Ruivo

O bugio-ruivo desempenha um papel vital no ecossistema, atuando como dispersor de sementes e contribuindo para a regeneração das florestas. O projeto de reintrodução liderado pelo Instituto Fauna Brasil não só protege essa espécie, mas também ajuda a preservar a biodiversidade local, o que é uma prioridade para a Ecovila São José. Além disso, o monitoramento permite um melhor entendimento dos padrões de distribuição dos bugios, ajudando na gestão de conservação da fauna.

Como você pode ajudar?

Caso aviste um bugio-ruivo nas áreas da Ecovila, siga as orientações do Instituto Fauna Brasil: mantenha uma distância de pelo menos 10 metros, aprecie de forma discreta e, se possível, registre o avistamento com fotos ou vídeos. Esses registros podem ser enviados para o e-mail contato@institutofaunabrasil.org.br ou através das redes sociais do projeto (@silvestres.sc).

Essa parceria reforça o compromisso da Ecovila São José com a conservação ambiental e a promoção de práticas sustentáveis. Agradecemos a todos os associados e moradores pelo apoio a este projeto tão importante para a biodiversidade da nossa região.

Sugestão de leitura: Para saber mais sobre a importância do projeto de reintrodução do bugio-ruivo e suas etapas, confira o folder completo do Instituto Fauna Brasil, disponível no link anexo a esta matéria.

INSTITUTO FAUNA BRASIL
Bugios em Santa Catarina (PDF)

A força do Mutirão Comunitário

A força do Mutirão Comunitário

“O mutirão é uma representação viva do Padrinho Sebastião, papai Sebastião. Foi nessa base de união que sempre vivemos, desde a antiga vida comunitária. Este é um ponto muito importante de força espiritual e material, do bom desejo de cada irmão se juntar e fazer a festa do dia para realizar esses trabalhos comuns e públicos” – Padrinho Alfredo

No sábado, dia 08 de junho, a Ecovila São José foi espaço de um mutirão comunitário que reuniu cerca de 30 pessoas, entre crianças, jovens, adultos e maior idade. Foi um dia repleto de trabalho, alegria e crescimento coletivo, reafirmando o compromisso de todas(os/es) com um futuro comunitário.

Mesa cheia no almoço

Mesa cheia no almoço

Hora da pausa para comer juntos

Hora da pausa para comer juntos

Alimentos saudáveis e amizade no almoço do mutirão

Alimentos saudáveis e amizade no almoço do mutirão

Alimentos de qualidade e mesa farta

Alimentos saudáveis e amizade no almoço do mutirão

Durante o mutirão, os participantes realizaram várias frentes de trabalho. Melhoraram as entradas Leste, Oeste e o Centrinho da Ecovila, fizeram podas, roçadas, retiraram galhos e árvores dos acessos e iniciaram a coleta de lenhas para a fogueira dos festejos de Santo Antonio. Além disso, limparam caminhos e valas, cuidaram da limpeza da cozinha comunitária e iniciaram a criação de um jardim no anexo feminino. Após uma manhã de trabalho colaborativo, todos os participantes se reuniram para um delicioso almoço preparado com muito carinho pelas talentosas cozinheiras.

Todos colaborando com a obra

Todos colaborando com a obra

Lenha para a fogueira de Sto Antônio

Lenha para a fogueira de Sto Antônio

Lenha para a fogueira de Sto Antônio

Brincadeiras com as crianças

Criançada com a mão na terra

Criançada com a mão na terra

O mutirão comunitário não apenas atingiu seus objetivos práticos, mas também reforçou a importância da colaboração e do trabalho em equipe na construção de um espaço melhor para todas(os/es).

Ao anoitecer, na cozinha comunitária, foi realizada uma festa junina colaborativa, unindo moradores e amigos para celebrar os festejos juninos. A festa foi marcada por muita comilança, música e brincadeiras para as crianças. Com direito a fogueira e quentão, foi possível aquecer nossos corações e desfrutar de momentos de confraternização e alegria.

Depois do trabalho a celebração

Depois do trabalho a celebração

Viva São João!

Teve palco aberto para a criançada

A Ecovila São José agradece a participação e convida a comunidade a continuar envolvida nas próximas atividades e eventos do nosso calendário do festival junino.

Texto: Aurora Lima

Fotos e Vídeos: cedidos pelos participantes

Planejamento Participativo inicia na Ecovila

Planejamento Participativo inicia na Ecovila

No dia 28 de abril, aconteceu o Primeiro Encontro Regional do Planejamento Participativo da Ecovila São José. Neste encontro foi realizada a Caracterização da Realidade com duas famílias. Ao longo do mês de abril e maio serão feitos os encontros regionais de modo a ouvir de forma IGUALITÁRIA como as(os/es) sócias(os/es) e moradoras(es) da Ecovila enxergam a nossa realidade HOJE.

Fique ligada(o/e) quando será a data do encontro da sua região, sua participação é MUITO importante!

Nas próximas etapas iremos nos reunir novamente para olharmos e planejarmos o nosso FUTURO.

O Planejamento Participativo tem os objetivos de:

•⁠ ⁠Mobilizar e informar a comunidade para a elaboração do Planejamento Participativo da Ecovila;
•⁠ ⁠Fortalecer a organização comunitária;
•⁠ ⁠Instrumentalizar as(os/es) associadas(os/es) para atuarem como lideranças comunitárias, envolvendo uma abordagem participativa e includente;
•⁠ ⁠Organizar as demandas comunitárias num documento que oriente a implementação de ações com base em prioridades definidas participativamente;
•⁠ ⁠Estimular a discussão para a definição da governança da Ecovila.

O PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO é como uma PONTE construída pela comunidade para sair da situação atual e chegar numa situação futura desejada.

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